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quinta-feira, 19 de junho de 2008

UM OLHAR RANDÔMICO E UMA CERTA INQUIETAÇÃO



Encontrei essa imagem hoje de manhã no Blog do Noblat. É de autoria do fotógrafo Sérgio Amaral e está originalmente postada num excelente blog de fotografia chamado Picturapixel.

Foi realizada numa praia do Recife, sob o tema "futebol" e me deixou duplamente aflito, a despeito da surpreendente composição.

Quem conhece a capital de Pernambuco interpreta instantaneamente essa nesga de luz. É o beco que ao sol foi permitido passar, entre um prédio e outro da emparedada orla recifense. Um horror de sombra causado pelo gabarito de construção civil da cidade que simplesmente ignorou as consequências da altura dos prédios para o sombreamento das praias. Deu nisso.

A segunda fonte de aflição trazida por esse clique foi a desqualificação do debate em Salvador sobre o PDDU. Do muito do que se falou à época sobre os novos gabaritos para a construção de prédios na orla soteropolitana, nada foi claramente dito sobre os estudos de sombreamento das praias. A pergunta, a espera de resposta, é bem simples: o novo gabarito da orla irá ou não sombrear nossas praias?

Se sim, cometeu-se um crime, como esse de Recife; se não, esculhambe-se o PDDU por outros (e reais) motivos, que são muitos, diga-se.

Alguém pode, com o perdão do trocadilho infame e irresitível, iluminar essa questão? Cartas à redação, por favor.




Enquanto Dunga estiver no comando da Seleção, esqueça que viu jogar laterais do nível de Nelinho, Leandro, Jorginho, Junior, Marinho Chagas; e que firuleiros como o Robinho no passado eram ótimos reservas, como Denilson, lembra?

Essa geração de atletas é mediana, ordinária e esse é um fenômeno que acontece a cada 20 anos e dura mais ou menos tempo, de acordo com o Lazaroni, Parreira ou Dunga que esteja no comando. Pode prepara o banho tépido para os ovos, vem aborrecimentos por aí.




É quase certo o nome de Aldo Rebelo como candidato a vice-prefeito na chapa de Marta Suplicy, para as eleições da capital de São Paulo. Os últimos detalhes estão sendo definidos entre o PT e o chamdo "bloquinho", composto por PCdoB, PSB, PDT.

Além dos detalhes financeiros -que não são detalhes na política, são a essência desse negócio- há ainda que se acomodar as pressões para que o nome seja o da deputada e ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, que tem experiência administrativa, ótima imagem pública e, vamos combinar, muito mais a contribuir com a cidade que Rebelo.

Seja um ou outra, o fato é que Marta segue firme de volta para o comando da maior cidade brasileira. O desafio é reestabelecer a confiança da classe média, que em São Paulo é numerosa e politicamente hegemônica.

Se a tia Marta conseguir controlar seus rompantes de perua arrogante, vai levar mole essa eleição, chegando em 2010 como nome forte para o Governo do Estado, para o desespero do PSDB paulista.

Melhor tirar as crianças da sala durante o horário eleitoral, nessa eleição. O nível da disputa será dos piores.




Juro que não consigo compreender a resistência das pessoas em fazer uma simples doação de sangue, um ato seguro, rápido, indolor e de inestimável valor para a saúde pública.

Ô cabeção, não custa nada, dá um pulinho no banco de sangue mais próximo de sua casa ou do escritório e faz isso. Você vai se sentir um cidadão melhor, experimenta.




Se você tem uma lesão ortopédica qualquer, uma dor que não passa nunca ou que vem e vai, sacaneando seus dias, olha a dica aí: ligue pro Hospital Sarah e solicite uma consulta. Em Salvador, o número é 71 3206 3599 e o serviço -público e gratuito- é de altíssima qualidade.




Vou morar em Mulungu do Morro ou em qualquer outra cidade próxima à puta-que-pariu se João Henrique Carneiro for reeleito prefeito de Salvador. É insuportável a mediocridade desse político, que está torrando impunemente uma grana obscena em publicidade, nesse ano de eleição.




Pronto, aconteceu de novo, basta falar em João Henrique, ACM Neto, Raimundo Varela, Jose Eduardo "Bocão" e outros ícones da cultura trash da Bahia que meu humor desce imediatamente ao tornozelo.

Vou embora, depois eu volto, humpf!




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